Jurei
a mim mesma que não me apaixonaria de novo. Seria loucura se eu entregasse a
minha confiança para outro alguém desconhecido, pois não era pouca coisa, era
um amontoado de responsabilidades com a minha felicidade. E, além disso, qual a
garantia de que ele faria bom
proveito? Nenhuma.
Eu
tentei fugir, juro que tentei. Com todas as minhas forças eu tentei! Mas, meu
coração foi abocanhado e retirado de dentro da parede de vidro que o protegia.
Ali, sem refugio algum, ele não teve outra saída a não ser aconchegar-se nos
braços do desconhecido que o carregava. De ou lado para outro, pra cima e para
baixo.
Talvez
em algum lugar dentro de mim eu sabia que essas histórias de amor não duram e
que infelizmente a gente não escolhe se vai acontecer ou não. Por mais
forte que seja a sua vontade de vencer, o “inimigo” é duro de competir. Vem sorrateiro,
pega, segura, sufoca, permanece e depois vai embora...
ps: só mais essa vez...
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