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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Quebra-Cabeças


Lembro-me de quando eu tinha apenas meio metro e a minha mãe comprava aqueles joguinhos que rendiam uma manhã inteira (ou mais) de pura diversão. Eles me faziam pensar direitinho em qual seria o lugar certo para cada peça. Sempre gostei de ter tudo nos conformes, e quando algo dava errado (as peças não encaixavam) eu achava que ficava aborrecida. Porém, aquela “cena” não durava por cinco minutos... Minha mãe reaparecia á minha frente com outras opções de brincadeiras e então o sorrisinho banguela voltava pro meu rosto.
Hoje em dia as coisas não são tão diferentes, nós montamos e desmontamos vários quebra-cabeças. Alguns são rápidos… E outros demoram um bom tempo para serem “resolvidos”. Existem desde os bobinhos até os mais interessantes.
Os bobinhos a gente nem liga se perde uma parte ou outra, afinal eles são tão previsíveis que nem há graça em perder muito tempo construindo. Já os interessantes nos enlouquecem, viram nossa mente do avesso, insistem em serem complicados e envolventes. Ah... Os difíceis! Eles são sempre os que deixam aquela saudadezinha no peito.
Poucos são os inesquecíveis. Muitos, parecidos. Os especiais, recordamos cada pedacinho. Mas o que realmente importa não é com qual peça começamos e sim com qual terminamos. Lembre-se, sempre há tempo para começar um novo jogo.

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